segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Imprensa É Notícia_06


Abril veicula a maior revista de sua história


A editora Abril veicula no próximo sábado a maior revista de sua história, que já dura mais de 50 anos. O especial Comer & Beber de Veja São Paulo sairá com 464 páginas, das quais 210 são de publicidade.

O feito gerou comemorações no núcleo de Negócios da Veja. O número de páginas é maior do que a edição de Eating & Drinking, maior concorrente no gênero, que saiu com 434 páginas, das quais 200 são de publicidade.

Fonte: Redação Adnews

Imprensa É Notícia_05

Grupo Time lança banca de revistas virtual nos Estados Unidos

O grupo Time Inc. anunciou a inauguração do site Maghound.com, que funcionará como uma banda de revistas virtual. O projeto foi desenvolvido por quatro anos e estréia na versão beta um ano após a divulgação pública de seu lançamento.

Por enquanto, o site só disponibiliza assinaturas e entregas para o leitor que está em território norte-americano e traz uma lista de 243 títulos. Títulos como Men's Health, People e Time são algumas das publicações dispostas no site. As compras podem ser gerenciadas via internet sob o pagamento de US$ 4,95 por três revistas mensais, ou US$ 7,95 por cinco revistas.

O Maghound pagará uma taxa por exemplar vendido aos publishers e, para proteger a identidade dos assinantes contra ofertas de outras revistas, proibirá o marketing.

Redação Adnews

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Aula_17 de Outubro

Aula de Edição_Sala 509_Turma NL2

Produção das Agências de Notícias_Cronograma/Calendário

Produção do Relatório
Entrega das provas e notas
Definição da Cobertura da Revista On-line Quatro Elementos
Entrega de textos_Jornalismo Espetáculo

Seminário de Resultados das Agências Populares de Notícias

Datas de apresentação: Dia 21 (sexta-feira), 25 (terça-feira) e 28 (sexta-feira)

Critérios de Avaliação
Tempo de duração - 15 minutos
Formato: datashow ou filme
Um representante do grupo apresenta os resultados
Avaliação: de Zero a 10 pontos
Banca examinadora com três convidados (a nota é revelada no final das apresentações)

Dia 21 (Sexta-feira)
1- Morro da Conceição
2- Boa Viagem (Setúbal)
3- LGBT
4- Casa Amarela

Dia 25 (terça-feira)
1- Portadores de Deficiência (Projeto Integrar)
2- Imbiribeira (Catadores de Papel do Recife)
3- Várzea
4- Roda de Fogo

Dia 28 (Sexta-feira)
1- Bomba do Hemetério
2- Mangabeira
3- Jardim Piedade (Comunidade da Paz)
4- Espinheiro

Projeto Revista 4 Elementos

Critérios de Avaliação
Pontuação: de zero a 10 pontos
Produção de Textos-Critérios
- Conteúdo informativo
- Organização de Idéias
- Orotgrafia
Prazo de Entrega:
Dia 11 de novembro (terça-feira)
Entrega do esbouço
Dia 14 de novembro (sexta-feira)
Entrega do texto final

Aula_10 de Outubro


Revista On-Line Os Quatro Elementos

Os quatro elementos (Terra, Ar, Água e Fogo) são divididos em dois grupos. O Fogo e o Ar são considerados ativos e a Água e a Terra passivos. Essa divisão se assemelha aos dois grupos da filosofia chinesa: yin representa Água e Terra e yang o Fogo e o Ar.
Os signos da Água e da Terra são mais introspectivos, cautelosos e ponderados. Já os signos do Fogo e do Ar não têm tantas reservas e se expressam socialmente com menor precaução. Os elementos também foram divididos nas qualidades quente, seco, úmido e frio, a incorporação de uma teoria grega muito antiga, que posteriormente deu origem aos quatro temperamentos da medicina antiga: colérico (quente e seco), sanguíneo (quente e úmido), melancólico (frio e seco) e fleumático (frio e úmido). Quente e Frio dizem respeito à quantidade de energia: alta ou baixa, respectivamente. Seco e Úmido falam da capacidade, talento ou interesse maior ou menor em criar ou desfazer conexões.

O Elemento FOGO Qualidades: Quente e Seca Energia alta, rápida e grande talento para desfazer conexões. Não há quem não saiba o quanto o Fogo é de extrema necessidade para o homem. Aquece seu alimento, sua casa e oferece conforto. Porém é também um elemento perigoso se estiver fora do nosso controle, podendo causar danos irreparáveis. Em outras palavras, o elemento Fogo na astrologia representa a força do espírito. É o desejo da vida, a vontade de ser. Para os signos de Áries, Leão e Sagitário isto significa pressa, impaciência, ação individual, esperança, confiança em si próprio, paixões, desejo de vencer e honestidade. Os signos de Ar abanam as chamas do Fogo, fornecendo-lhes novas idéias, o que torna esses dois elementos compatíveis.

O Elemento TERRAQualidades: Fria e Seca Energia concentrada, lenta e grande talento para desfazer conexões. Touro, Virgem e Capricórnio compõem o elemento Terra. São signos providos de muita paciência e auto-disciplina, capazes de alcançar seus ideais com muita persistência. Esses signos tendem a confiar mais no raciocínio prático do que nas inspirações. Os signos deste elemento podem ser bastante cautelosos e convencionais, fazendo-os duvidar das pessoas com mente ágil. Suas principais características são: aplicação, concentração mental, esforço e espírito conservador. Acima de tudo, esses signos devem se preocupar mais em observar o mundo invisível, o mundo que não possui a forma concreta da Terra.
O Elemento ARQualidades: Quente e Úmida Energia alta, rápida e grande talento para estabelecer conexões. Todos os seres terrestres estão conectados, pois todos respiramos o mesmo ar. Isso faz com que esse elemento se torne coletivo. Pessoas com o signo de Gêmeos, Libra e Aquário compõem o elemento da mente, geralmente se adaptam com facilidade e são muito curiosos. Enquanto os signos de Fogo desejam algo, os de Ar idealizam as coisas imateriais. Possuem uma maneira impulsiva de agir, sentimentos artísticos, preferência pelas mudanças objetivas e tendem à distração. Esse indivíduo pode caminhar na neblina, sem saber como aplicar suas energias, ou pode ter sua mente tão clara como o ar antártico.

O Elemento ÁGUA Qualidades: Fria e Úmida Energia concentrada, lenta e grande talento para estabelecer conexões.Assim como a Terra, o corpo humano é composto 70% de Água, o que nos leva a crer na importância vital deste elemento. Também é conhecida como solvente universal, ou seja, é capaz de dissolver mais substâncias que qualquer outro líquido conhecido por nós. Na astrologia, a Água pode ser simbolizada pela alma ou a emoção. Câncer, Escorpião e Peixes levam consigo as características deste elemento, o que significa sua sensibilidade e vulnerabilidade tão marcantes. Por isso, se não controlam suas reações emocionais acabam passando por freqüentes instabilidades interiores.

OS ELEMENTOS NA MAGIA
O Sol, Elemento ativo - masculino, aparece nas magias desde a antiguidade, é fonte de toda energia e vida humana. Sua função é promover nossa auto- consciência, auto-expressão, através da criatividade. Símbolo da alegria, vitalidade, nobreza, beleza, sorte, iluminação,vontade, dignidade, orgulho.
A Lua, Elemento passivo - feminino, possui uma energia que atua em cada uma de suas fases de forma diferente. A Lua é quase sempre ligada a fertilidade e abundância. Regularizadora das nossas funções psíquicas, através da memória e do esquecimento. Símbolo do equilíbrio emocional.

O Mel, dá força aos assuntos ligados aos sentimentos. É o símbolo da docilidade da bondade e do amor. Se estiver inimizado com alguém, escreva o nome da pessoa em um papel, coloque num prato virgem, derrame mel sobre o papel. Acenda uma vela em cima do papel, ofereça para o anjo da guarda dela e aguarde que a reconciliação virá.
O Sal Grosso, tem a propriedade de afastar quebranto e mau olhado, utilize um punhado para banho. Sua força vem das águas do mar, por isso purifica e protege.
A Água, símbolo da renovação, recomeço e de uma nova vida. Este elemento aparece sempre nas magias por eliminar os flúidos negativos. Quando usada água benta de igreja o efeito é muito melhor, porque o padre está investido do poder divino.
As Ervas, aparecem nas magias geralmente em conjunto com a água, nos chamados banhos de cheiro e descarrego. Representam uma forma de contato do ser humano com o elemento terra. As mais comuns são: "Arruda, Guiné, Alecrim, Benjoim, Alfazema, Espada de São Jorge."
Carlos Roberto ( Amon Sol )
Quatro Elementos

Água
-Natação Terapéutica - Maria Eugênia
- Importância da água na constituição do corpo humano- Thaise

- Propriedades terapêuticas da água - Isabel

- Afogamentos e Enchentes: Água como causa de mortes- Amanda Sena
- Água Benta: simbolismo católico - Romero

- Batismo: símbolo de purificação do Cristianismo (destaca a polêmica entre o Batismo por Aspersão, comum na Igreja Católica e na Presbiteriana, e o Batismo por Imersão, feito na maioria das Igrejas Evangélicas) - Hellyda
- Água Fluidificada: simbolismo espírita - Grace
- Despoluição dos Rios - Manuela Varejão
- Salva vidas das praias - José Edson
- Religiões Afro-Brasileiras: Orixás da Água (Oxum, Iemanjá, Nanã) - Leonardo
- O Mareante (8824.0881 – Adriano Artoni)
- Esportes aquáticos (vela, remo, natação, nado sincronizado, salto ornamental) - Thaila

-Invasão do Mar (lioral pernambucano) - Sarah

-Leitura das folhas do Chá - Maria Eduarda

-Navegação Porto Suape - Monalisa

-Mangues do Recife - Laura Galindo


Terra
- Cinturão verde do Recife - Ana Claudia
- Explosão imobiliária - Renan
- Morros do Recife
- Aterros Sanitários - Andreia
- Cemitérios (Santo Amaro) - Aline
- Movimento dos Sem Teto
- Conjunto Ignes Andreazza
- Resquícios de Mata Atlântica

- Horto Florestal
-Minérios do Recife

-Movimentos de Ocupação de Terras Urbanas (Movimento dos Sem-Teto, Favelados) - Fabiano

Palafitas (Mocambos do Recife) - Diana

- Hoto de Dois Irmãos - Cintia Ramos

- Alimentos Orgânicos - Thamillys

- Pontos Verdes do Recife (Parques) - Monica



Fogo

- O Corpo de Bombeiros (cotidiano- incêndios) - Kaká
- Unidades de queimados dos Recife (HR, São Marcos)
- Hare-Krishna (religiões que utilizam o fogo) - Maria Isabel
- Uso dos Incensos - Carol Prestello
- A fábrica de fogos Pernambuco Factory
- Comércio de fogos de artifício
- Crematórios x Cultura - Talita
- O Fogo na Gastronomia - Katterine

-O Fogo que Mata

Malabarismo (sinais de trânsito/Crico) - Ladyslau


Ar
- Aeroclube (para-quedistas, pilotos) - Vanessa
- Trabalhadores da Altura
- Moradores em lugares altos
- Aeroporto - Hugo
- Controle do Espaço Aéreo (II Comar)
- Esportes que desafiam o ar (atletismo, balonismo, asa delta, rapel) - Ana Elisa

- Energia Eólica - Barbara

- Poluição Ambiental - Nivaldo

- Meteorologia (Tempo)

- Acrobacia aerea - Jessica Mota

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Jornalista_Negócios

























Negócios

O repórter virou notícia Por que mais e mais jornalistas assumem posições de comando em grandes corporações brasileiras e multinacionais

AS CADEIRAS DE PRESIDENTES E DIRETORES de primeiro escalão sempre foram ocupadas por economistas, administradores e engenheiros. Com facilidade de lidar com números e dotados de raciocínio lógico, esses profissionais atendiam às necessidades de empresas “quadradinhas”, com organogramas bem definidos e pouco expostas à competição. Nos últimos anos, o cenário mudou: a concorrência tornou-se mais aguda e assuntos como sustentabilidade e inovação ganharam espaço na agenda dos manda-chuvas do mundo corporativo. Economistas, administradores e engenheiros se adaptaram, mas o novo ambiente abriu as portas para profissionais de outras áreas, sobretudo aqueles com visão mais generalista. Por isso, executivos com diploma de jornalismo começaram a pipocar aqui e ali nas grandes corporações brasileiras. “Os jornalistas, pela natureza de seu trabalho, lidam com muitas variáveis ao mesmo tempo”, diz o headhunter Francisco Ramirez, da ARC Recruiting. “E hoje esse tipo de habilidade é fundamental no universo corporativo, que muda constantemente.” Essa característica foi decisiva na escolha do local da fábrica da Volkswagen Caminhões em 1995, quando Miguel Jorge, hoje ministro do Desenvolvimento, era um dos principais dirigentes da montadora. Os nomes de duas cidades estavam na mesa do presidente da empresa, o belga Pierre-Alain De Smedt: Resende, no Rio de Janeiro, e São José dos Pinhais, no Paraná. “Seria uma escolha meramente técnica, mas fiz uma ponderação”, recorda Jorge. A imagem do Rio de Janeiro estava muito prejudicava dentro e fora do País, sobretudo devido à chacina da Candelária, quando um grupo de crianças foi executado por policiais em frente a uma igreja no centro da cidade. “Se escolhêssemos Resende, daríamos um sinal de confiança no País e solidariedade à cidade, que é o principal cartão-postal do Brasil”, diz. A idéia encantou Smedt e Resende venceu.
























Essa capacidade de “juntar acontecimentos”, como diz Jorge, e com eles desenhar o cenário para os meses seguintes tem colocado jornalistas na mira de headhunters e empresários. “Hoje, há um bombardeio de informações, vindas das mais variadas fontes”, afirma Ramirez. “Se o executivo não estiver antenado, pode tomar decisões erradas.” Economista de formação e jornalista de vivência, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, utiliza até hoje a experiência adquirida como repórter, chefe de reportagem e editor de assuntos internacionais da Tribuna da Bahia. “Nessa trajetória adquiri a capacidade de articular as idéias e comunicá- las rapidamente, o que é importante para um executivo”, conta ele. Outra “lição” extraída daqueles tempos foi como se comportar diante dos antigos colegas. “Em momentos de tensão, uma entrevista coletiva é um risco, devido à pressão dos jornalistas”, afirma Gabrielli. “Se você não tiver autocontrole e imaginar as conseqüências de suas palavras, vai cometer deslizes.”

Gabrielli sabe que jornalistas vivem sob o império da pressão, seja na caça por notícias, seja nos estreitos prazos para a conclusão de seu trabalho. É uma tensão forte para quem trabalha em redação, mas pode ajudar quando se coloca o chapéu de executivo. “Aprendi a controlar mais as emoções e me manter tranqüilo mesmo nos momentos de crise”, afirma Antonio Brito, vice-presidente da Claro. Brito deixou a carreira de repórter da Rede Globo para se tornar porta-voz de Tancredo Neves, recém-eleito para a Presidência da República em 1984. Neves morreu antes de assumir e Brito iniciou uma trajetória política que atingiu seu auge quando se elegeu governador gaúcho. A carreira corporativa teve início na Azaléia, fabricante de calçados. “Assumi a presidência logo após a morte de Nestor de Paula, o fundador, homem muito querido internamente”, recorda ele.“Tinha que me comunicar com 18 mil funcionários. Minha formação jornalística ajudou-me a identificar a linguagem adequada para cada público.” Brito tinha traquejo, já que, em boa parte de sua carreira, viveu situações de grande exposição. Num mundo em que um celular pode servir como câmara de tevê, qualquer executivo precisa estar preparado para lidar com situações dessas. O presidente do Google, Alexandre Hohagen, passou por um duro teste meses atrás. Jornalista, ele se viu na mira de câmeras e microfones ao sair do Congresso, onde depôs sobre o uso do Orkut por pedófilos, caso que lançou a empresa na berlinda no Brasil. “Naqueles momentos, coloquei em prática as recomendações que fazia aos executivos em meus tempos de assessor de imprensa”, diz Hohagen. Olhos voltados para o interlocutor, frase curtas e completas, firmeza na voz, equilíbrio diante de perguntas capciosas – Hohagen utilizou os mandamentos da boa comunicação. “Internamente também usei-os para transmitir que não haveria ruptura na trajetória da empresa”, diz ele. “Se não acreditasse na comunicação, não teria me saído bem da crise.”

























Muitas vezes, a herança dos tempos de jornalismo se manifesta na formação da personalidade e não no aparato técnico oferecido pela profissão. Durante cinco anos, no início da década de 60, Alcides Amaral, ex-presidente do Citibank no Brasil, trabalhou nos Diários Associados, do lendário Assis Chateaubriand. Diversas vezes, Amaral foi à casa do patrão e observou a romaria de “políticos e poderosos se submetendo aos caprichos de Chatô.” “Ali percebi que não há diferença entre as pessoas e isso me trouxe auto-estima e também humildade mesmo nos períodos de mais prestígio de minha carreira”, conta. Amaral também foi testemunha da força de vontade de Chatô em continuar escrevendo mesmo depois de um derrame praticamente deixá-lo paralítico. “Com ajuda de uma máquina de escrever especial, ele continuava a redigir seus editoriais”, conta Amaral. “Percebi que não há limites para a determinação de alguém.”


Fonte: IstoÉ